3.3.09
No they souldn't
Julgo que foi também na recusa desta forma de fazer política que Obama marcou a diferença.
1.3.09
PS e BE
27.2.09
26.2.09
Frost e Nixon

25.2.09
Aposto que dizes isso de todos
O quê? Tu não sabes quem foi o Courbet!?
Dito isto, este episódio chama a atenção para uma questão que não me parece nada pacífica. A imagem da controvérsia não é pornográfica porque é do Courbet, isto é, porque é arte? Se assim for, este domínio exclusivo da arte sobre a imagética da nudez e do sexo não constitui, em si mesmo, uma limitação da liberdade?
Dito isto – e também aquilo, claro –, não deixa de ser espantoso que neste, como em casos semelhantes, tantos venham prontamente indignar-se, ou contristar-se, com o iletrismo cultural dos portugueses – e em particular dos polícias! –, logo se demarcando os próprios como pessoas de muita, muita cultura. É que se a cultura dos cidadãos é algo que deve ser valorizado e incentivado por uma sociedade de homens livres, ela nunca deve servir para lançar o labéu sobre os que a não tenham, o que quer que isso possa significar.
Dito isto - e também aquilo e aqueloutro -, eu também não saberia identificar um Courbet.
20.2.09
18.2.09
Cartão de cidadão e o recenseamento eleitoral
Embora não seja o caso de Pacheco Pereira, presumo que a maioria daquelas situações ocorre no caso das pessoas que vão residir para os grandes centros urbanos (é, pelo menos, essa a realidade que intuo a partir de vários casos que conheço), permanecendo recenseados na morada afectiva. Sabendo-se que, no caso das eleições legislativas, o número de deputados eleitos por círculo varia em função do número de eleitores (Lei Eleitoral da AR, art. 13, n.º2), esta correcção introduzida por via do cartão de cidadão não terá efeitos a este nível?
17.2.09
Bizarro world
* formulação que traduz a ideia de que, frequentemente, os actores políticos em melhores condições para prosseguir uma determinada reforma são, precisamente, aqueles que a ela se opunham.
Darwinismo para crianças
9.10.08
Boston Legal
Tenho amigos que nutrem grande entusiasmo por Boston Legal. Rasgam elogios ao Shatner. E ao Spader. Também gosto deles, embora me irritem alguns tiques da série, como o overacting (eu sei que é intencional, mas ainda assim...) que marca alguns dos seus momentos-chave, como nas reacções faciais dos actores que denunciam o brilhantismo das alegações em julgamento). Mas o que Boston Legal tem de melhor é a absolutamente contagiante música com que abre cada epísódio: téu néu, téu téu téu téu téu (mais agudo) néu… Foi ela que me fez ultrapassar as resistências iniciais à série.
Que fique claro, no entanto, que não é comparável ao superlativo absoluto sintético do magnífico "frolic", de Luciano Michelini.
8.10.08
MONSIEUR JEAN
6.10.08
WHEN POLITICS IMITATES ART...
Luís Fernando Veríssimo conta numa crónica a deliciosa história de uma mulher que, movendo-se num círculo de pessoas de razoável cultura, tinha o inconveniente de, quando falava, revelar, aos olhos daqueles, e de forma pungente, a sua ignorância. Foi então que passou a ficar silente, dizendo o menos possível o que lhe ia na cabeça, limitando-se a acenar, de forma cortês, aos que com ela privavam. Rapidamente passou a adquirir, perante os mesmos que a consideraram ignara, a aura de “alguém interessante”, cujo silêncio indiciava a existência de pensamentos fascinantes.
Ia jurar que esta história vinha a propósito de algo mas não estou bem a ver...







