25.3.10
24.3.10
Propaganda
22.3.10
Autonomias

19.3.10
Atirar pedras para o ar
17.3.10
Climate change? change

“I believe that climate change is occurring — the reduction in the size of global ice caps is hard to ignore. I also believe that human activity is a contributing factor.”
Como diz Al Gore, só após este reconhecimento é que pode haver um debate político sério sobre este tema (bem, este "sério" já fui eu que acrescentei - ficava bem).
16.3.10
15.3.10
Será?
Curioso número, este artigo
Pequena dúvida
Alguém me explica o que é impor um "veto político" em prol dos argumentos jurídicos?
Já agora, qual a diferença entre "veto político" e veto político?
14.3.10
Sensibilidade e bom senso
12.3.10
A cor das lentes

Assim, é de notar que, de acordo com a última sondagem da Católica, o PS venceria as eleições (se estas se realizassem hoje), com uma distância folgada do PSD e com quase mais 5% do que o resultado obtido nas últimas legislativas.
Aqui nota-se, com razão, que o PSD se encontra numa posição fragilizada, atravessando um conturbado processo de mudança de liderança, sugerindo-se, no fundo, moderação na avaliação destes resultados.
Uma leitura possível destas sondagens seria que este eleitorado não está satisfeito com a forma como estes partidos os têm representado, nomeadamente através de coligações espúrias com a direita parlamentar, com o aparente único objectivo de castigar o PS e o Governo. E que, nestas condições, estariam disponíveis a voltar a votar no PS.
11.3.10
Papéis trocados
10.3.10
9.3.10
Sobre as pressões
Tomás Vasques, Hoje há conquilhas
And the winner is
Um galardão, portanto, à medida desta reportagem da SIC.
8.3.10
A lição de democracia do ex-presidente da comissão de direitos humanos da Ordem dos Advogados*
*Há dias que ando a tentar postar isto mas, ora o blogger, ora o Youtube, tratam de me boicotar o esforço. Quem é que anda a tentar silenciar-me? Mais uma tentativa frustrada e ia a correr para a gráfica mais próxima do PSD publicar este "Meu último post".
Crenças muito simples
5.3.10
Presidencialismos

Balanceamentos

4.3.10
A seguir aos judeus, british do it better
3.3.10
Elogio da lucidez
2.3.10
É bom ver que, apesar de tudo, ainda há muita gente que mantém a capacidade de se indignar (e como ela faz falta)
O verdadeiro buraco da fechadura
Tomás Vasques
A devassa é uma arma desta canalhocracia
Tiago Barbosa Ribeiro
Época de caça ao socialista
Pedro Adão e SIlva
Canalhocracia*
Nanda
Paulo Pinto Mascarenhas e o nojo no “i”
Luís Novaes Tito
Sai um prato de lentilhas para a mesa do canto
José Costa e Silva
“i”nacreditável
João Ricardo Vasconcelos
Solidariedade blogosférica
João Pedro Henriques
Jornalismo & Jornalistas (II)
Elisiário Figueiredo
A Bufaria, no conceito “democrático”
Carlos Leone
Agulhas no palheiro
Rui Bebiano
Infâmia
Shyznogud
Porquê esforçar-me a escrever o que outros já disseram tão bem*
Ver nesta lista pessoas que são jornalistas e outras que são conhecidas críticas deste Governo e do PS é particularmente reconfortante.
* my point exactly
1.3.10
Uau, finalmente uma revista para as pessoas espectaculares e super interessantes
"Os leitores da Intelligent Life são pessoas criteriosas e informadas que se preocupam com o seu bem-estar. São viajados, bem relacionados e procuram as ideias e experiências desta revista para dar mais valor às suas vidas preenchidas. "
27.2.10
Sou apenas um "diletant", como diria J.A. Saraiva
26.2.10
Bocas
“Olho para trás e reparo que, desde há algum tempo, os posts deste blog raramente ultrapassam a meia dúzia de caracteres. Tornei-me, pois, num postador de bocas. Não tem nada de particularmente negativo mas não era bem isto que eu queria. O problema é que este modo de boca é, frequentemente, bastante irresistível. A piadinha e o trocadilho fácil, a inevitável contradição, devidamente achincalhada (…)”
Entretanto, A.R escreve mais este excelente texto (com licença)
“Uma boca histriónica tornou-se numa questão de Estado. Os jornais são bocas em delírio. A RTP justifica o serviço público com as bocas do prós-e-contras. A SIC tem uma boca loura e o ego de uma boca. Na Assembleia da República, a prestação dos deputados mede-se em função das bocas regimentais. O Partido Socialista atura as bocas da deputada internacional Ana Gomes. Não deixa de ser estranho que as oposições gritem a uma só boca. Os polícias cultivam os segredos na boca e os magistrados a boca nos segredos. Não menos relevantes serão as bocas deste blogue. A Ética da Comissão dissolveu-se em bocas. Até a Presidência tremeu com as bocas de Fernando Lima. A única forma segura de nos falarmos é de boca em boca. Depois de tantas bocas, apenas nos restam as bocas das urnas.”
É assim, uns não vêem mais longe do que o seu próprio umbigo e outros, enfim, vêem.
25.2.10
Tanto charivari e afinal eram todos a favor

Mad, very mad man

Textos que ajudam a pensar
23.2.10
Como as mentiras, também as verdades devem ser repetidas até que se tornem, mesmo, verdade
Paulo Pedroso, Banco Corrido, onde (porque não?) aproveitamos para tirar o esclarecedor gráfico (clicar para ver melhor):

22.2.10
Fair fights
"Above all, Obama is trying to force the Republicans to put their own health care ideas on the table. As soon as this happens, the debate is no longer about the flaws, real and imagined, in the Democratic proposals. It becomes a choice between what the Democrats want to do and what the Republicans want to do. That's a fair fight."
20.2.10
Bizarro, julguei que havia um especialista em direito de penal dentro de cada um de nós
Jorge Miranda, em declarações ao jornal i
18.2.10
Eu ficava a pintar ovos (desenhava uns olhos e colava lã, assim tipo cabelo) enquanto os meus amigos viam a Galáctica mas não ando por aí a espalhá-lo

"Sempre fui atento, vivi o 25 de Abril intensamente, aos 10 anos sabia a composição dos governos de cor - enquanto os meus amigos sabiam as equipas de futebol"
Particularmente esta, sobre as suas memórias do 25 de Abril:
"Nessa tarde a minha mãe acabou de bordar um pullover com dois elefantes vermelhos - que ainda guardo.".
Não quero ser injusto para com os outros candidatos mas temo que, com esta do "pullover com dois elefantes vermelhos - que ainda guarda", Rangel já dificilmente perde o título do candidato mais queriducho à liderança do PSD
Blasfemy
E assim vai a nossa democracia de vento em popa...
17.2.10
Olha o que fazem as leis com ideias
É mais fácil copiar:
Pedro Adão e Silva, aqui, no Léxico Familar
Salta uma petição a favor da liberdade de expressão de Cavaco

adenda
: já agora, a ser fiél a transcrição, ninguém se indigna com aquele ", que é de"12.2.10
É bom ver que nem toda a gente perdeu totalmente a cabeça
"(...) Não nego que o cheiro a napalm logo pela manhã me agrada. No entanto, se a luta política é feita em nome de valores como a liberdade de expressão e a decência, este é um péssimo e perigoso caminho. Na relação entre direitos, eu diria que o de falar livremente pressupõe o de interpor providências cautelares, incluindo providências cautelares para impedir a publicação de notícias (só há liberdade com imputabilidade). "
"Por estes dias, importa não dispersar e manter cabeça fria. Evitar dar cobertura a dilates de personagens circunstanciais, mitigar os danos colaterais de certos voluntarismos, impedir a subversão da luta e a extensão do seu domínio. Para que tudo isto, no futuro, não nos rebente na cara."
Eduardo Nogueira Pinto, no Suction with Valcheck
adenda: o texto não se encontra lincado, pois, aparentemente, foi apagado do blog. Não sei porque razão e nem sei se faz sentido perguntar a alguém porque publica ou deixa de publicar (ou elimina) algo do seu blog. Isso não impede, naturalmente, que tenha ficado curioso...
adenda 2: alertado por um comentário (são tantos os que pululam na minha caixa de comentários que quase não ia dando por ele...), verifico que o texto, afinal, está lá. Aqui.
11.2.10
Direito ao Estado de Direito
adenda: a questão pode resumir-se assim: os media pensam - e bem - no interesse público mas estão-se marimbando o mais das vezes - e bem, de um modo geral - para os prejuízos, muitas vezes irreparáveis, que a sua acção pode causar nas pessoas objecto das suas notícias. Para estas pessoas (que pode ser qualquer um de nós), a justiça é tudo o que resta.
Um disparate disparatado
10.2.10
Liberdade de expressão
9.2.10
Este texto de João Lopes devia ser estudado na escola
"O que é que esta postura televisiva recalca? Três coisas, pelo menos:
1 – os factos são matéria de conhecimento, logo de interpretação, não de razão;
2 – a razão é uma dimensão que só pode nascer de um gigantesco e nunca acabado labor (séculos de filosofia convocam-nos para tal), não da iluminação privilegiada seja de quem for;
3 – a política vive-se na tensão permanente entre diversas razões, tensão potencialmente frutuosa."
João Lopes, Sound + Vision
Ainda sobre o post de alcova do Daniel Oliveira
O que move Rangel?

Bancos nacionais poderão aumentar "spreads" já durante o mês de Fevereiro...
Liberdades
ps: Francisco Assis acaba de fazer no Parlamento a melhor declaração política sobre esta matéria. Aborda todas as questões levantadas por este tema. Clara, simples e recentra o debate nos seus devidos termos. É desta que me faço sócio.
8.2.10
5.2.10
Títulos que são todo um programa
Lei das Finanças Regionais
Pois bem, nada de mais natural. Enquanto os primeiros representam e devem prosseguir o interesse regional, os deputados nacionais (e, já agora, o Governo) representam o interesse nacional. É normal. O que já não é normal é ver deputados nacionais a representar os interesses regionais da Madeira.
Não foi isso, aliás, que se exigiu durante os anos em que o PSD esteve no poder? Que colocasse os interesses do país acima dos da R.A da Madeira e refreasse a fúria despesista do seu governo regional? A bem do país e, desejavelmente, em contradição com o PSD regional.
Não deixa de ser curioso...
4.2.10
E agora coisas realmente importantes
Sabemos muito pouco sobre a nossa vida
Gosto desta passagem. Conhecemos sempre apenas uma parte da história. Inclusivamente da nossa própria história. Javier Marias tem um conto maravilhoso, em "Todas as Almas". Com a morte, teríamos finalmente acesso às outras partes da história da nossa vida. Atar as pontas soltas. Conhecer o que estivera na penumbra. As revelações. Outras verdades. Revisitar a nossa versão dos acontecimentos, agora sob uma outra luz. A história da nossa vida é algo a respeito do qual sabemos muito pouco, como diz Roth.
3.2.10
Ainda Mário Crespo
1: M. Crespo está a escrever uma telenovela e não a relatar a realidade. De que outra forma interpretar a omissão à referência a Medina Carreira na crónica acusatória? Os personagens parecem surgir como naqueles seriados escritos na hora, de acordo com os desejos dos telespectadores. "Para uma referência ao Medina Carreira - Prime a tecla 1”; "Para uma referência ao PR - Prime a tecla 2"; "Para outras referências - Prime a tecla 3 e deixe o nome da sua preferência".
2: "Dois problemas [Crespo e Carreira] que precisavam de ser solucionados", pergunta o I? "Sim, presumo que sim", responde Crespo. Andamos a discutir presumos!
Triste Media
2.2.10
Democracia (ou o regresso dos títulos pomposos)
E agora, ninguém liga ao Cravinho?
Calhandrices

Le "rating"
São as entidades reguladoras, stupid!
28.1.10
Raciocínios
Os males da justiça
Mitomanias e outras incertezas
27.1.10
E entretanto, prosseguem os trabalhos na comissão de acompanhamento da corrupção...
«(...) tal como o seu antecessor ouvido na comissão na passada semana, Guilherme d"Oliveira Martins, presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção, o provedor de Justiça tivesse pedido aos deputados "menos leis, melhores leis" e acima de tudo uma aposta forte "na prevenção da corrupção".»
A ver TV
24.1.10
Desesperanças
Para quem é do PS e de esquerda, este é um dos traços mais desesperantes do nosso sistema partidário: "A incapacidade de a maioria aritmética de esquerda se traduzir numa coligação política é o mais estrutural dos bloqueios do nosso sistema partidário" (Pedro Adão e Silva)
22.1.10
Coisas estranhas
Revelações, ilusões e desilusões
A propósito do BE e do que diz serem os seus objectivos, fez uma revelação: "Antes das penúltimas legislativas [2005], numa altura em que ninguém pensava que o PS tivesse a maioria absoluta, houve reuniões com BE para saber se, após eleições e não havendo maioria, era susceptível de haver um entendimento como tinha havido entre o SPD e Os Verdes na Alemanha. E eles explicaram bem ao que vinham, não estavam disponíveis nem para ser parceiros".
António Costa, ontem, na Quadratura do Círculo.
21.1.10
60 anos da morte de Orwell
Subscrevo quase integralmente este post
Escutas a Pinto da Costa publicadas no Youtube

Adenda: talvez devesse escrever alegadamente (entre duas vírgulas, s.f.f) algures entre "saber que" e "os nossos magistrados". Sim, definitivamente, é melhor.






