8.10.10
Ironias
7.10.10
6.10.10
Peritos

Sobre a desnecessidade (impossibilidade não, desnecessidade) de ser ubíquo

Citações
Precisamente porque não existe gente perfeita, nem gente que herde a predisposição para governar vitaliciamente um país, o princípio republicano é o de que nem o nascimento nem a classe social devem vedar alguém de eleger e ser temporariamente eleito.
(…) Pelo grande gozo que é "irritar a esquerda", pratica-se o contorcionismo da mioleira. Mesmo assim, o liberalismo continua a ser melhor do que o absolutismo; e a república melhor do que a monarquia, a democracia melhor do que a ditadura. Melhores porque regimes mais livres e mais iguais, mais próximos do princípio de que a sociedade se pode - e deve - auto-governar.
Isto não faz destes regimes isentos de críticas; mas fá-los certamente dignos de comemoração, dignos de serem lembrados em conjunto. Mas, lá está; Pedro Passos Coelho faltou ontem ao lugar onde se proclamou a República; como a direita portuguesa em geral faz por ausentar-se do 25 de Abril. É uma atitude de ignorância voluntária que só poderia desculpar-se se ao menos fosse clara e assumida."
Excerto da crónica de Rui Tavares, no Público de hoje.
Comemorar outras repúblicas
2.10.10
Perguntas simples II
Perguntas simples
1.10.10
Exemplos
Sobre o comportamento da oposição republicana, disse qualquer coisa como:
A táctica dos republicanos é recusar à partida qualquer diálogo com o Governo, para depois acusar este de falta de bipartisanship, ou seja, incapacidade de se entender com a oposição.
Em vez de assumirem as suas responsabilidades [lá, muito mais do que cá, a maioria dos presidentes precisa do acordo de deputados da oposição para a aprovação de legislação nas câmaras], os republicanos comportam-se com a passividade de quem está na plateia a assistir, placidamente, ao espectáculo da política.
Será a globalização da política, estúpido.
Lisboa – Orçamento Participativo

28.9.10
"Passos Coelho defende Cavaco Silva da hostilidade do «aparelho»" (Público)
27.9.10
Enquadramento
“É óbvio que Portugal foi fortemente afectado pela crise mundial e os spreads da dívida pública mantêm-se em níveis elevados, reflectindo as preocupações dos investidores quanto à sustentabilidade orçamental. Esta situação é injusta de vários pontos de vista, especialmente porque Portugal lançou reformas económicas de primeiro plano tanto antes como durante a crise, nomeadamente em matéria de mercado de trabalho e de pensões.”
Angel Gurría, Secretário-Geral da OCDE, cujas observações ao estudo podem ser lidas aqui.
24.9.10
23.9.10
Oposição do "porque não"
Oposição, ao contrário do que o nome sugere, não é um mero exercício de recusa das propostas do governo. É a apresentação de alternativas, sustentadas em argumentos. Como os Monty Python explicaram um dia de forma brilhante, “An argument is a connected series of statements intended to establish a proposition. (…) Argument is an intellectual process. Contradiction is just the automatic gainsaying of any statement the other person makes.”
9.9.10
Enquanto isso (mas isso o quê?), nos EUA...
7.9.10
SOS Hadopi
Gadjo Dilo
Se a Europa vive actualmente uma crise económica extraordinária, a crise de alguns valores europeus, que damos vezes demais por adquiridos, como o da tolerância e o respeito pela dignidade humana – independentemente da origem, pele ou igreja de cada um – é muito menos extraordinária do que aquela. É, na realidade, muito mais ordinária. Como tantas vezes, vale a pena ler o que escreve Daniel Oliveira sobre o tema, especialmente aqui.
6.9.10
6.8.10
“Nem os juízes podem servir-se de peças processuais para vazar nelas as suas convicções”
“É absolutamente anormal. É absolutamente negativo. O magistrado tem a sua plena autonomia relativamente à aplicação da lei e do direito. (…) Nem os juízes podem servir-se de peças processuais para vazar nelas as suas convicções, os seus entendimentos subjectivos, as suas interpretações pessoais. Não, não!”
5.8.10
4.8.10
É a política. Ou então somos todos estúpidos
3.8.10
Notícias da Velha Albion

A lista final é a que se segue (retirada daqui).
1. Attlee
2. Thatcher
3. Blair
4. Macmillan
5. Wilson
6. Churchill
7. Callaghan
8. Major
9. Heath
10. Brown
11. Alec Douglas-Home
12. Eden
Questões pertinentes (no Verão, no Outono ou em qualquer estação)

Entrevista do PGR ao DN - III
PGR: (...) é absolutamente necessário que o poder político (seja qual for o governo e sejam quais forem as oposições) decida se pretende um Ministério Público autónomo, mas com uma hierarquia a funcionar, ou se prefere o actual simulacro de hierarquia em que o procurador-geral da República, como já vem sido dito, tem os poderes da Rainha de Inglaterra e os procuradores-gerais distritais são atacados sempre que pretendem impor a hierarquia. É imperioso que se diga que modelo se deseja para o País: Se um sistema em que o Sindicato quer substituir as instituições ou um Ministério Público responsável. É preciso que sem hesitações se reconheça que o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público é um mero lobby de interesses pessoais que pretende actuar como um pequeno partido político. É essa a questão que o poder político deve esclarecer de forma inequívoca, não sendo lícito defender uma posição enquanto poder e outra enquanto oposição.
Aqui.
Entrevista do PGR ao DN - II
PGR: Na longa vida de magistrado, o PGR nunca conheceu um despacho igual, nem tem memória de alguém lho referir.
Aqui.
Entrevista do PGR ao DN
DN: Como foi possível não ouvir o primeiro-ministro e o secretário de Estado, Rui Gonçalves, durante estes seis anos?
PGR: Durante os quase seis anos em que o processo se arrastou, os investigadores ouviram quem quiseram, como quiseram e onde quiseram. Não há nenhuma explicação credível para não ter sido ouvido quem quer que seja, a não ser que não existissem razões para isso ou os responsáveis pela investigação (por qualquer motivo desconhecido) não o quisessem fazer. Acresce que o prazo limite foi proposto pela senhora directora do DCIAP e podia ter sido prorrogado, bastando para isso que a prorrogação fosse requerida. É um facto do conhecimento de todos os juristas, excepto daqueles comentadores profissionais que fingem ignorá-lo.
Talvez assim se perceba melhor a proposta de revisão constitucional do PSD na área da sáude
2.8.10
The right to pursue happiness
Os poderosos
30.7.10
O programa que é todo um programa
"Freeport – O Ministério Público deduziu acusação apenas contra dois dos suspeitos do caso Freeport, deixando de fora personalidades ligadas ao poder político, não envolvendo José Sócrates nos factos. Será caso para dizer que a verdade vem sempre ao de cima?
PT vs Telefonica – A Portugal Telecom e a Telefónica acordaram a venda da participação da empresa portuguesa na Brasicel que detém a brasileira Vivo. Até o interesse nacional tem um preço?
Revisão Constitucional – O PSD aprovou as linhas orientadoras de uma futura revisão constitucional. No entanto, alguns entendem que esta fica aquém das expectativas pecando por timidez. Terão razão? (my favourite)
Salazar – 40 anos passados da sua morte ainda há receio em aprofundar o que foi o Estado Novo e a personalidade do seu líder. Resultará esse receio do facto de ele ter conhecido a fundo a mentalidade portuguesa, explorando como trunfos as suas fraquezas?"
29.7.10
Por detrás da cortina do teste
José Carlos Vasconcelos, Visão (29/07/2010. Também conhecido por hoje, pelo menos hoje)
Arma de insinuação maciça
28.7.10
Aprender a lição
Editorial do Público de hoje.
Embora de forma tímida, o editorial parece encarar o autêntico cancro que foi evidenciado em todo o seu esplendor com o caso Freeport: a manipulação dos media por parte de fontes com ligações à justiça com vista à obtenção de ganhos políticos. Fica-me, no entanto, uma perplexidade, não tanto pela prontidão com que se enjeita qualquer responsabilidade ou, como diz o jornal, “culpa” pelo que aconteceu, mas pela confissão de que não sabem fazer de outro modo, de que não se reconhecem capazes de avaliar as informações prestadas por esta via ou da idoneidade das suas fontes. No fundo, admitem-se impotentes, dando a entender que tudo continuará a ser igual no futuro. O mesmo editorial que acaba sentenciando que “hoje é a justiça que está ferida de morte e é duvidoso que tenha aprendido a lição”, falha, rotundamente, no exercício de auto-crítica. Infelizmente, é mesmo duvidoso que tenham aprendido a lição.
27.7.10
Justiça, o excepcionalismo norte-americano?
"IN 2000 four Americans were charged with importing lobster tails in plastic bags rather than cardboard boxes, in violation of a Honduran regulation that Honduras no longer enforces. They had fallen foul of the Lacey Act, which bars Americans from breaking foreign rules when hunting or fishing. The original intent was to prevent Americans from, say, poaching elephants in Kenya. But it has been interpreted to mean that they must abide by every footling wildlife regulation on Earth. The lobstermen had no idea they were breaking the law. Yet three of them got eight years apiece. Two are still in jail."
* Dados do excelente “Portugal e os Números”, de Maria João Valente Rosa e Paulo Chitas, editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
26.7.10
O vício da política
- Na X Legislatura. Um na 1.ª e outro na 4.ª sessão legislativa.
23.7.10
The final rip off
A crise
Dúvidas pertinentes (mas só porque estamos no Verão)
22.7.10
Auto-suficiência narcísica
Neutralidade malévola

A neutralidade constitucional que o PSD diz propor é uma falácia. Retirar da Constituição a protecção do Estado Social, do SNS e da Escola Pública, é dar um sinal muito claro que o Estado não quer seguir por esse caminho. E não seguir por este caminho é, em si, uma ideologia, a ideologia neoliberal, que defende um Estado reduzido às suas funções de soberania. Freud recomendava que a psicanálise fosse feita com neutralidade benévola, nunca devendo o psicanalista envolver-se pessoal e emotivamente com o psicanalisado. Acontece que na Constituição isso não existe, estamos todos envolvidos, e muito em particular os que exercem o poder em nome do povo. Pessoal e emotivamente, pois é das escolhas sobre o nosso modelo de sociedade que estamos a falar. Não há lugar a neutralidade. Neste domínio, toda a neutralidade é malévola.
Programação dos posts de amanhã
Manhã
Neutralidade malévola (da São Caetano à Lapa ao romance de Jean Pierre Gattégno)
Tarde
Mais double bind (um contributo político para a teoria de Bateson)
21.7.10
"Double bind", o papão de Passos Coelho

“Não vale a pena começar esta discussão agitando medos, dizendo que vêm aí os papões e aqui d’el rei que há aqui uma gente que quer destruir o país”.
Vale a pena agitar papões
“O PSD pode ficar passivamente a olhar para o afundamento do país. Esperar que o governo do PS bata na parede e o país vá ao fundo”.
20.7.10
Ainda os preliminares
Preliminares para um post sobre a revisão constitucional do PSD

Comentarionismo
19.7.10
Concorde ou talvez não
Sobre a proposta de revisão constitucional do PSD muito haverá (há mesmo) a dizer, não sendo necessário inventar polémicas. Contrariamente ao que sugere Cavaco Silva (sugere mesmo?) e a peça do DN, o Presidente da República está obrigado a aceitar o decreto de revisão constitucional aprovado pelo Parlamento. Não tem poder de veto ou qualquer outro poder que lhe permita opor-se à revisão constitucional. O texto constitucional não podia ser mais claro:
Artigo 286.º
Aprovação e promulgação
1. As alterações da Constituição são aprovadas por maioria de dois terços dos Deputados em efectividade de funções.
2. As alterações da Constituição que forem aprovadas serão reunidas numa única lei de revisão.
3. O Presidente da República não pode recusar a promulgação da lei de revisão.
Mas tenho a certeza que há quem esteja atento a estas coisas e que não vá deixar passar isto em branco. Bem haja.
16.7.10
E sem saber bem como ou porquê (por acaso até sei: teu, neu, neu, neu neu), viajei até aqui
ps: a intolerância em matéria musical é uma coisa bonita (também a pratico). Dois exemplos:
TheSpliffyD: those people who don't like this, need a fucking kick in their ass
gullwing14: I need the names of the 43 losers who accidentally slipped and clicked dislike.
14.7.10
La Fourmi
Avec un chapeau sur la tête
ça n'existe pas, ça n'existe pas.
Une fourmi traînant un char
Plein de pingouins et de canards,
ça n'existe pas, ça n'existe pas.
Une fourmi parlant français,
Parlant latin et javanais
ça n'existe pas, ça n'existe pas.
Eh! Pourquoi pas?
La Fourmi, Robert Desnos.
13.7.10
Tenho a certeza que isto é todo um programa mas primeiro tenho de perceber o que quer dizer
O PSD não quer "um Estado Social protector" mas "um Estado Social respeitável".
Pedro Passos Coelho, no encerramento das jornadas parlamentares do PSD (Aqui)
Voto de pesar
6.7.10
Como sempre, as melhores histórias do dia são...
"Também podia incluir nela, na crise, a demissão do secretário de Estado francês, Louis Blanc, ontem apresentada. Vocês sabem, já aqui falei dele e do seu gosto pelos charutos: o gabinete de Blanc gastou 12 000 euros em 'habanos', e Sarkozy não gostou nada do escândalo. Mas não, reservo o caso "Louis Blanc" à categoria de ironia, o que é muito mais interessante do que mero exemplo de crise. Em 11 de Setembro de 2001, director da Merril Lynch, Blanc estava nas Torres Gémeas, em Nova Iorque. Desceu para fumar um charuto. A paixão reacendeu-lhe a vida, agora apagou-lhe a carreira."
5.7.10
Aprender com a história (com subtil momento de auto-promoção)

Tivesse o Rei George III levado mais a sério esta história das petições e a História poderia ser outra...
Summer time...
2.7.10
Foi uma questão de segundos...
"Em 2009 perderam a vida vítimas de afogamentos pelo menos 17 crianças, ainda assim um número inferior ao registado em 2008. Acredita a APSI que isso se deve em parte às insistentes campanhas que têm sido lançadas por todo o País. A próxima é apresentada para a semana e volta a lembrar que os afogamentos são a segunda causa de morte acidental em Portugal. E que a criança não esbraceja, não grita, não faz barulho quando cai à água. Apenas se deixa ir num silêncio absoluto."
Excertos da notícia do DN sobre a morte por afogamento de uma criança de 3 anos.
1.7.10
Petit désabá
Hoje parece...
Indispensáveis

30.6.10
Ano novo, vida nova
Perguntas giras
“Começava por perguntar a pergunta que toda a gente faz na rua: toda a gente sabe que o senhor vai ser primeiro-ministro, só ninguém sabe ainda é quando”
“Não seria mais útil que estivesse no Governo uma liderança e um partido que reúne o consenso do país em vez de um governo que as pessoas todas já pressentem que já é mais passado do que futuro?”
“Aquilo que fica na ideia das pessoas é que é mais o senhor que manda do que o primeiro-ministro”
“Mas a verdade é que aquilo que o senhor pensa ou diz acaba por quase ter mais peso do que o que diz o Governo”
Foram giras estas primeiras perguntas, não foram?
*a estrutura frásica é fiel ao original
Títulos
"O que pode explicar este aumento dos processos contra os jornais? A partir das entrevistas realizadas aos advogados que representam os vários grupos de media, Cláudia Araújo enumera várias razões: a forte concorrência entre jornais, tornando o jornalismo mais agressivo; a mediatização da justiça; e o aparecimento em toda a imprensa generalista de revistas/cadernos tipo cor-de-rosa. ".
O título parece ser rigoroso relativamente aos dados apresentados na peça. Mas desta escolha pode resultar uma mensagem enviesada da realidade. O título sugere uma leitura ao nível da retaliação e da perseguição dos políticos em relação aos media, o que não parece coincidir minimamente com o conteúdo da notícia. Seria diferente se o título incluísse (como diz o texto) que "os jornais ditos tablóides são os que contabilizam maior número de processos" ou que, no que diz respeito aos acusadores, "a classe política, os empresários e as personalidades públicas são aqueles que instauram mais processos à imprensa".
Infelizmente, não é difícil imaginar como é que o oportunismo político e populista irá usar este título no futuro.
29.6.10
O gosto dos outros
28.6.10
O importante está a bold (espero)
Retirado do Spiegel online.
abespinhar
27.6.10
25.6.10
O segredo II
24.6.10
23.6.10
Impossível não gostar

É a ler jornais que a gente aprende
18.6.10
17.6.10
20 mil contos, caramba
Chego ao meu local de trabalho e deparo-me, com alguma incredulidade, com a mesma tese defendida por Porfírio Silva. A coisa de ver opiniões que achávamos insustentáveis defendidas por pessoas cujas ideias respeitamos e com quem costumamos aprender é que nos interpela, obriga-nos a questionarmo-nos sobre os fundamentos da nossa posição.
Ora, no contexto que vivemos tenho por certo o seguinte. É a própria importância que as prestações sociais têm num momento de crise e o insubstituível papel que desempenham na mitigação da pobreza, que exige que se reforcem os mecanismos de controlo destas prestações, no sentido de garantir que não falharão a quem mais precisa. Isso implica critérios. Critérios que ajudem a determinar a quem, para este efeito, não é admissível que falte uma prestação deste género, e quem se poderá considerar que está, apesar de tudo, melhor capacitado para fazer frente a uma situação de maior dificuldade.
Numa situação em que o Estado tem, inevitavelmente, de fazer escolhas acerca da forma como se distribuem os recursos, não me parece desrazoável considerar que quem disponha de uma poupança de 100 mil euros (repito, cem mil euros; 20 mil contos - assim parece-me sempre mais) está mais apto e em melhores condições para ultrapassar as dificuldades da crise.
Dizer que isto constitui um desincentivo à poupança e que assim mais vale gastar tudo "em caviar" para poder beneficiar das prestações parece-me uma variante da argumento contra o RSI “se eu posso receber aquilo sem fazer nada porque é que hei-de esfalfar-me a trabalhar para receber o salário mínimo?”. Estar integrado no mercado de trabalho – tal como possuir uma poupança considerável – habilita-nos a, aos mais variados níveis – materiais, psicológicos, etc. – a enfrentar com maior sucesso as vicissitudes de crise. E, infelizmente, o Estado não deverá ser, na actual conjuntura, indiferente a isto.
15.6.10
Sempre em cima da actualidade

1 - Ferris Bueller's day off
2 - Goonies
3 - Big
4 - War Games
5 - 18 again
6 - Gotcha
7 - Back do the future
8 - Pump up the volume
14.6.10
O toque dos extremos
Enfiar a carapuça

9.6.10
Figas
Aqui (via Pedro Magalhães)
Este gajo é muito melhor do que aquele que escreve sobre política nos jornais
Pedro Lomba, Sete Sombras, diário das amizades
Les jeux sont faits ou, como eles diriam, let the games begin...
- Ed Balls
- David Miliband
- Ed Miliband
- Andy Burnham
- Diane Abbott
Últimas sondagens conhecidas aqui.




