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A Forma Justa

"Sei que seria possível construir o mundo justo (...)" (Sophia de Mello Breyner Andersen)

30.10.14

Divertimento e horror

Noto com divertimento que alguns dos que me acusam de não ser recetivo à música que se faz hoje (ou nas últimas décadas) e de só ouvir música antiga, são os mesmos que se gabam de só ler autores clássicos, cultivando serena impermeabilidade às influências dos vivos. Também noto com horror a facilidade com que consigo notar com divertimento algo apenas poucos segundos depois de falar do Holocausto.
Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 12:25 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Já vi muita coisa sobre os campos de concentração alemães na II Guerra Mundial. Mas depois de ver este documentário (que passou há dias no Doc Lx), é impossível não pensar nele sempre que ouvir falar do Holocausto

Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 12:20 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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8.10.14

Voto que é útil

"A única forma de um novo sujeito político à esquerda não ser prejudicado pelo voto útil é mostrando que está genuinamente disponível para governar – sob condição, claro – e que por isso o voto em si nunca será desperdiçado."

Pedro Nuno Santos, no I
Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:27 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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3.10.14

Dioptrias ideológicas

A Economist é uma revista assumidamente alinhada com a direita neoliberal.  O que não impede que seja também uma boa revista. O que não impede, por sua vez, que, por vezes, sacrifique esta última em nome da primeira. Como neste texto surreal. De cegueira ideológica.

France

The last Valls

Manuel Valls heads the most reformist government France has seen for many years. But might the beneficiaries be Nicolas Sarkozy and Marine Le Pen?

Oct 4th 2014 | JOUY-EN-JOSAS AND PARIS | From the print edition




Continua aqui 


Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 11:26 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Das melhores coisas que esta democracia republicana nos deu foi ex-presidentes


Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:36 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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30.9.14

Problemas do pequeno comércio ou o melhor post de despedida de um blog que já li

Um dia, o banco corrido saiu do seu canto

Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 15:03 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Plano Nacional de Leitura

Ainda a propósito, estou convencido que esta obra devia constar de qualquer plano de estímulo à leitura (vá, dos adolescentes).


Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:58 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Nobel dos livros - a minha opinião

Quem eu gostava que ganhasse


Quem não me chocava que ganhasse


Quem me aborreceria se ganhasse


Quem tramou roger rabbitt?


Quem ainda não viu pode assistir grátis (que também quer dizer feliz aniversário em sueco) este documentário sobre Philip Roth (muito fixe).
Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:49 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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24.9.14

Ser confrontado (com demasiada regularidade) com a precariedade de valores que, julgava, podiam ser dado como adquiridos nas sociedades livres

Hilary Mantel indigna conservadores britânicos com assassínio ficcionado de Margaret Thatcher


O conto de Mantel em causa, aqui.
Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 15:15 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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23.9.14

Não percebi quase nada do artigo mas parece altamente promissor (salvar o planeta. E de borla).


Errors and Emissions

Could Fighting Global Warming Be Cheap and Free?

SEPT. 18, 2014

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    Paul Krugman
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    This just in: Saving the planet would be cheap; it might even be free. But will anyone believe the good news?
    I’ve just been reading two new reports on the economics of fighting climate change: a big study by a blue-ribbon international group, the New Climate Economy Project, and a working paper from the International Monetary Fund. Both claim that strong measures to limit carbon emissions would have hardly any negative effect on economic growth, and might actually lead to faster growth. This may sound too good to be true, but it isn’t. These are serious, careful analyses.
    But you know that such assessments will be met with claims that it’s impossible to break the link between economic growth and ever-rising emissions of greenhouse gases, a position I think of as “climate despair.” The most dangerous proponents of climate despair are on the anti-environmentalist right. But they receive aid and comfort from other groups, including some on the left, who have their own reasons for getting it wrong.
    Where is the new optimism about climate change and growth coming from? It has long been clear that a well-thought-out strategy of emissions control, in particular one that puts a price on carbon via either an emissions tax or a cap-and-trade scheme, would cost much less than the usual suspects want you to think. But the economics of climate protection look even better now than they did a few years ago.
    On one side, there has been dramatic progress in renewable energy technology, with the costs of solar power, in particular, plunging, down by half just since 2010. Renewables have their limitations — basically, the sun doesn’t always shine, and the wind doesn’t always blow — but if you think that an economy getting a lot of its power from wind farms and solar panels is a hippie fantasy, you’re the one out of touch with reality.
    On the other side, it turns out that putting a price on carbon would have large “co-benefits” — positive effects over and above the reduction in climate risks — and that these benefits would come fairly quickly. The most important of these co-benefits, according to the I.M.F. paper, would involve public health: burning coal causes many respiratory ailments, which drive up medical costs and reduce productivity.
    And thanks to these co-benefits, the paper argues, one argument often made against carbon pricing — that it’s not worth doing unless we can get a global agreement — is wrong. Even without an international agreement, there are ample reasons to take action against the climate threat.
    But back to the main point: It’s easier to slash emissions than seemed possible even a few years ago, and reduced emissions would produce large benefits in the short-to-medium run. So saving the planet would be cheap and maybe even come free.

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    RECENT COMMENTS


    jacobi

     3 days ago
    The climate is a complex, chaotic, dynamic system with a multitude of variables and drivers. We are supposed to believe that one variable -...

    Patrick D

     3 days ago
    Paul says:if you think that an economy getting a lot of its power from wind farms and solar panels is a hippie fantasy, you’re the one out...

    Eugene Patrick Devany

     3 days ago
    If Prof. Krugman is right that, “there has been dramatic progress in renewable energy technology, with the costs of solar power, in...
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    Enter the prophets of climate despair, who wave away all this analysis and declare that the only way to limit carbon emissions is to bring an end to economic growth.
    You mostly hear this from people on the right, who normally say that free-market economies are endlessly flexible and creative. But when you propose putting a price on carbon, suddenly they insist that industry will be completely incapable of adapting to changed incentives. Why, it’s almost as if they’re looking for excuses to avoid confronting climate change, and, in particular, to avoid anything that hurts fossil-fuel interests, no matter how beneficial to everyone else.
    But climate despair produces some odd bedfellows: Koch-fueled insistence that emission limits would kill economic growth is echoed by some who see this as an argument not against climate action, but against growth. You can find this attitude in the mostly European “degrowth” movement, or in American groups like the Post Carbon Institute; I’ve encountered claims that saving the planet requires an end to growth at left-leaning meetings on “rethinking economics.” To be fair, anti-growth environmentalism is a marginal position even on the left, but it’s widespread enough to call out nonetheless.
    And you sometimes see hard scientists making arguments along the same lines, largely (I think) because they don’t understand what economic growth means. They think of it as a crude, physical thing, a matter simply of producing more stuff, and don’t take into account the many choices — about what to consume, about which technologies to use — that go into producing a dollar’s worth of G.D.P.
    So here’s what you need to know: Climate despair is all wrong. The idea that economic growth and climate action are incompatible may sound hardheaded and realistic, but it’s actually a fuzzy-minded misconception. If we ever get past the special interests and ideology that have blocked action to save the planet, we’ll find that it’s cheaper and easier than almost anyone imagines.
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:48 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    19.9.14

    Estas capas ajudam-nos a recordar a importância, tão subavaliada, da escolha das imagens que ilustram as notícias (o título é exatamente o mesmo), bem como que não é de todo indiferente o lugar a partir do qual se escreve uma notícia. Os factos, claro, são mesmos.


    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 12:03 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    11.7.14

    Andando a ver filmes

    Ontem "fui" ver este filme ("Tal pai, tal filho"), há meses à espera de uma oportunidade. É tudo o que o Porfírio Silva escreveu sobre ele, que descaradamente reproduzo aqui em baixo (não vos vá faltar forças para carregar no link). Só não escreveria talvez a parte em que me diria conhecedor dos atuais problemas da sociedade japonesa. Até podia dizer, mas estaria a mentir. Ao contrário do Porfírio. Mas estou a entaramelar. Queria ainda acrescentar duas coisas. Não sei se foi intencional mas a escolha da primeira variação das Variações de Goldberg, triste e contemplativa mas um prenúncio de exultação, deixa entrever um futuro otimista para aquelas famílias e, conhecendo como conheço os atuais debates na sociedade japonesa, do futuro das famílias japonesas. A outra coisa é o que este filme me fez lembrar aquele outro, do mesmo realizador japonês (já com uns anos), Andando, também sobre a família - oriental, ocidental, e tal. E que tem este cartaz maravilhoso.




    "Fomos ver "Tal pai, tal filho", do realizador japonês Hirokazu Koreeda. O filme é apresentado como o desenvolvimento dramático de uma troca de bebés à nascença, só esclarecida por volta dos seis anos de idade das crianças envolvidas. Toda a dialéctica entre natureza e cultura está envolvida nas duras opções entre sangue e amor que esta situação coloca em jogo. Já por esse lado o filme valeria a pena, sendo que tudo é tratado com fina sensibilidade, sempre rodeada pelos perigos da delicadeza japonesa (espécime que pode tornar-se cortante facilmente).
    Contudo, conhecendo um pouco dos actuais debates e dilemas da sociedade japonesa, nota-se que o verdadeiro tema do filme é outro: o desequilíbrio das relações familiares, com os homens a tornarem-se estranhos às suas famílias, especialmente aos seus filhos, em nome da carreira e do sucesso. Apesar de uma certa "preocupação burocrática" não desarmar, dando a ideia de que os pais continuam a ser (bons) pais mesmo assim. O filme é, para o Japão do momento, um verdadeiro filme de intervenção: um grito pela humanidade da família, "pais, precisam-se". Desse ponto de vista, o episódio narrado não é uma curiosidade, é antes uma questão para todos. Também por cá.
    O único enviesamento grave do filme é fazer de conta que esta dificuldade só conta para os homens, quando ela é cada vez mais um factor decisivo no estatuto social da mulher e nas relações entre homens e mulheres no país do sol nascente.
    Um filme a ver. Com olhos de ver,  não com olhos de crítico apressado."

    Porfírio Silva, aqui. 
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 11:16 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    eu, que não primo pela qualidade das minhas metáforas - e não é por falta de esforço - acho esta comparação simplesmente abjeta (que é uma outra forma de dizer nojo)


    "O engenheiro Sócrates é muito responsabilizado, e não há ninguém que o responsabilize mais do que eu, mas eu vejo-o como aquele egípcio que tomou os comandos do Boeing que se precipitou sobre as Torres Gémeas", comparou Daniel Bessa.

    Daniel Bessa disse que "já o Boeing ia a caminho das Torres Gémeas e ele [José Sócrates], no cumprimento de um guião qualquer, sentou-se ao comando, acelerou quanto pôde e, connosco lá dentro, enfiou-se contra as Tores Gémeas". "É um destino, não tem nada de mal, cada um cumpre a sua função na vida e portanto ficará para a história por isso"

    Público de hoje. 
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:28 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    10.7.14

    Ver o mundo a cores (ou a preto e branco)


    Filho de 5 anos, ao ver passar na TV os jogadores da Holanda:
    - Bhec , não gosto deste preto. Odeio preto.

    Pai horrorizado (seguido de incredulidade e de breve paralisação):
    - Blá, blá, blá (preleção...).

    Filho de 5 anos (não particularmente impressionado):
    - Não é isso, não gosto do equipamento do guarda-redes. É preto. E eu odeio preto.

    Pai um pouco menos horrorizado (mas ainda agitado):
    - Ahh, pensei que... (blá, blá, blá, nova preleção...)

    Filho de 5 anos:
    - Nãããão, esse é castanho. E eu gosto de castanho.

    Pai hesita, optando por avançar, desanimadamente, para novo discurso, mas não sem antes entrever pelo canto do olho o divertido gozo com que filha mais velha observa o desnorte do pai.
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 13:42 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    9.7.14

    Jornalismosaço

    Ao ver as capas dos jornais e as reportagens na televisão após a derrota histórica do Brasil face à Alemanha, concluo isto: os jornalistas estão mais humilhados, destroçados, vexameados (e toda uma panóplia mais de adjetivos tonitruantes) do que a generalidade dos restantes mortais, incluindo os mortais brasileiros.
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 15:43 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    Ainda a propósito do cumprimento das promessas eleitorais, recordo que um dia inventei uma app que permite o controlo do cumprimento destas promessas

    Mas lá que dava uma bela app dava.
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 14:31 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    Este pequeno vídeo é qq coisa. É verdade que tem uma pessoa desajustadamente de gravata. Mas tem pedagogia. O valor da crítica (dos pares). E um sobressalto: aquelas meninas podiam estar assim vestidas numa escola francesa?


    Austin's Butterfly: Building Excellence in Student Work - Models, Critique, and Descriptive Feedback from Expeditionary Learning on Vimeo.
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 12:18 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    Políticos portugueses são dos que mais cumprem as suas promessas eleitorais,

    conclui um estudo internacional, como se pode ler aqui.

    Ainda no outro dia recordava isso mesmo aqui. 



    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 11:04 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    A venerar o líder três vezes por dia

    "On my block, a lot of people walk their dogs and I always see them walking along with their little poop bags. 

    This, to me, is the lowest activity in human life. Following a dog with a little scooper. Waiting for him to go so you can walk down the street with it in your bag. 

    If aliens are watching this through telescopes, they're going to think the dogs are the leaders of the planet. 

    If you see two life forms, one of them's making a poop, the other one's carrying it for him, who would you assume is in charge?"

    Seinfeld
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 10:57 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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    5.7.14

    Cavaco, um grão de areia no oceano


    Não posso com Cavaco nem pintado às bolinhas. Mas dizer que toda a nossa desgraça começou com Cavaco é, por paradoxal que possa parecer, cair no engodo da narrativa da direita de que a crise em que estamos metidos tem origem interna.

    Houve muita coisa mal feita nos governos que conduzem Portugal desde o 25 de abril? Seguramente. Eu acho que o pior veio da direita (uns governos piores do que outros). Outros acharão que veio da esquerda (uns piores do que outros).

    Mas entendamo-nos. Aquilo por que estamos a passar tem origem numa crise internacional e, depois, nas respostas políticas que Bruxelas (leia-se, Berlim, em primeira instância) e, depois, Lisboa (leia-se, São Bento), continuam a defender (leia-se, a austeridade). E tudo isto veio pôr a nu e exacerbar as fragilidades que pelos vistos a moeda única tinha (para as economias mais frágeis) mas que poucos estavam dispostos a reconhecer. 

    Meter Cavaco (exceto na medida da sua inépcia em desempenhar o seu papel de árbitro nesta crise, que, entretanto, se convolou também, nalguma medida, em crise política) e os seus governos nisto é ajudar a direita a atirar-nos areia para os olhos. Que, como se sabe, é fácil lá ir parar mas tramado como tudo para nos vermos livres dela. A areia.
    Publicada por Tiago Tibúrcio à(s) 19:18 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
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